Espírito Santo

Projeto desenvolvido em Dores do Rio Preto aponta borra de café como energia renovável

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O presidente do Instituto de Desenvolvimento e Turismo da Região do Caparaó, Jeferson Lagares, foi o convidado nessa quarta-feira (22) da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa. O biólogo falou sobre o uso da borra de café como fonte de energia renovável, projeto desenvolvido em Dores do Rio Preto.

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Cientistas da Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, comprovaram que a borra do café é tão eficiente quanto a soja para produzir biocombustível. A borra contém aproximadamente de 11% a 20% de óleo, que poderia ser convertido em biodiesel.

Para Jeferson, a iniciativa do instituto fica ainda mais viável diante de pesquisas recentes da Associação Brasileira da Indústria do café (Abic) que apontam um crescimento de 5% em 1 ano do consumo de café no mercado interno. São 21 milhões de sacas entre novembro de 2017 a outubro de 2018. O consumo per capita está em 6 kg de café cru por habitante ao ano e 4,8 Kg de café torrado e moído por brasileiro. Resultado que mantém o Brasil como o segundo maior consumidor de café do mundo.

Presidente do Instituto de Desenvolvimento e Turismo da Região do Caparaó (Lagares), Jeferson Lagares
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O projeto está em fase de divulgação e captação de recursos, e Jeferson acredita que o reaproveitamento de resíduos agrega um valor econômico para os produtos, subprodutos e resíduos dos processos produtivos, diminuindo os impactos ao meio ambiente, estimulando a não geração de resíduos, a reciclagem de matérias primas e/ou subprodutos e evitando a geração de passivos ambientais.

Para o presidente da comissão, Dr. Rafael Favatto (Patri), a iniciativa do Lagares tem tudo para ser bem aplicada e bem-sucedida, pois é focada no respeito à sustentabilidade e na inovação.

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