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Operação Carro de Boi: médico da Santa Casa de Guaçuí tem prisão revogada

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O médico Waldir de Aguiar Filho, preso na última terça-feira (7), durante a ‘Operação Carro de Boi’, para apurar irregularidades fiscais, adulteração de carga horária e desvio de dinheiro dentro da Santa Casa de Guaçuí, teve o pedido de prisão preventiva revogado pelo juiz Bruno Fritoli Almeida.

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A operação foi deflagrada pela Polícia Civil e pelo Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio da Polícia Militar.

O magistrado alegou nos autos do processo que contra o médico ‘havia ausência de requisitos legais para a prisão preventiva do réu’, ou seja, contra Filho não existiam provas suficientes para uma suposta participação no esquema.

Outro fator mencionado na decisão que converte a prisão preventiva em liberdade provisória é de que durante a operação, Waldir não apresentou resistência e colaborou com as investigações.

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Ele repassou ao Ministério Público nomes de investigados que teriam ‘vazado’ a informação de que naquele dia aconteceria a operação, possibilitando a fuga de cinco, dos 11 investigados.

Waldir precisará comparecer todo quinto dia útil do mês na sede do Ministério público; não poderá ter qualquer tipo de contato com testemunhas e envolvidos no caso e não poderá viajar para fora do Estado.

O promotor de Justiça, Gino Borges, informou que àqueles que tiverem informações ou denunciais sobre casos de irregulares em qualquer departamento público ou privado, pode se encaminhar à sede do MP no município, ou repassar informações por meio da ouvidoria. O anonimato é garantido pela Justiça.

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Prisões

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Entre os presos estão o provedor da unidade José Areal Prado Filho, os empresários Carlos Alberto de Almeida, o ex-provedor Renato Monteiro Pinho, os médicos Eduardo José de Oliveira Almeida e Victor Oliveira Almeida.

Também tiveram a prisão preventiva decretada e são considerados foragidos o superintendente Denis Vaiz da Silva Ferreira, o ex-provedor e atual vereador Valmir Santiago (PTB), além dos médicos Jeovah Guimarães Tavares, Hélio José de Campos Ferraz Filho e Daniel Sabatini Teodoro. Nenhum deles, até o momento, se entregou à polícia.

 

 

 

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