Política Regional

Justiça nega pedido de habeas corpus de presos na operação “Ouro Velho” em Guaçuí

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Operação Ouro Velho- divulgação MPES
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A Desembargadora do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, Elisabeth Lordes, negou nesta quarta-feira (22) o pedido de habeas corpus de quatro presos na operação “Ouro Velho”, deflagrada na última quinta-feira pelo Ministério Público Estadual (MPES). A ação teve como objetivo desarticular uma organização criminosa formada por servidores públicos que estariam atuando na Câmara e na Prefeitura de Guaçuí para direcionar licitações.

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Durante a operação, sete pessoas foram presas. Entre elas estão o secretário de Agricultura, Edielson de Souza Rodrigues; o secretário de Educação, Vanderson Pires Vieira; o subsecretário de Finanças, Arivelton dos Santos; o presidente da Câmara, Laudelino Alves Graciano Neto, o “Laudinho” (PP); o empresário do ramo de transportes, Carlos Magno da Silva; e os membros da Comissão de Licitação, Gilmar Luzente Coutinho e Jean Barbosa Souza.

Conseguiram liberdade, mas estão afastados dos cargos, Edielson e Vanderson. Na ação do MPES, o secretário de Saúde de Guaçuí, Márcio Clayton da Silva não foi preso, mas acabou afastado do cargo por ser réu no processo.

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A defesa de Laudinho, Gilmar, Jean e Arivelton chegou a entrar com pedido de Habeas Corpus no TJES, mas hoje a Desembargadora Elisabeth Lordes negou a liminar.

Discussão na Câmara

Na última segunda-feira (20), durante sessão ordinária, a prisão de Laudinho, na operação “Ouro Velho”, e de Valmir Santiago (PTB), na operação “Carro de Boi”, provocou uma discussão acalorada entre os vereadores.

Alguns parlamentares têm o entendimento de que os suplentes dos detidos deveriam ser convocados, mas o presidente interino da Casa de Leis, Ângelo Moreira (PSDB), disse não ter esse entendimento e que a convocação geraria mais despesas ao Parlamento.

Teve parlamentar que sugeriu uma consulta ao Poder Judiciário em relação a convocação de suplentes dos detidos.

 

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