Esporte Nacional

Diego Souza minimiza jejum de gols no Botafogo: 'Não estou preocupado com isso'

COMPARTILHE
18

Depois de ter estreado pelo Botafogo em 17 de março, Diego Souza está prestes a completar dois meses atuando pelo time e, neste período, só conseguiu marcar um gol. E isso ocorreu em seu segundo jogo pela equipe, no dia 21 daquele mês, em vitória por 4 a 1 sobre a Portuguesa, pelo Campeonato Carioca.

Gerson e Pablo Marí festejam chance de poder defender o Fla e jogar Libertadores

Recém-contratados pelo Flamengo, o meia Gerson e o zagueiro espanhol Pablo Marí foram oficialmente...

Com problema muscular, Ralf desfalcará Corinthians por um mês

Depois de ficar de fora do treino desta sexta-feira do Corinthians, o volante Ralf...

Correção: Anderson Varejão não acerta renovação de contrato e deixa o Flamengo

A nota enviada anteriormente continha um erro no segundo parágrafo, relacionado ao valor do...

Ao comentar o fato nesta quarta-feira, o atacante minimizou o jejum de bolas na rede e enfatizou que o mais importante é o time botafoguense manter o bom momento que vive e ele ajudar os seus companheiros a conquistar novas vitórias – a equipe vem de três triunfos consecutivos no Campeonato Brasileiro.

“Tenho algumas chances (de gol), mas cada um tem seu papel. Em alguns jogos, vou fazer o ‘trabalho sujo’ para que outros possam marcar. Não estou preocupado com isso, quero ganhar. Sei da minha capacidade e as coisas vão acontecer naturalmente”, afirmou Diego Souza, em entrevista coletiva.

Continua depois da publicidade

Principal contratação do Botafogo para esta temporada, o experiente jogador de 33 anos admitiu que é uma referência e precisa exercer um papel de liderança dentro de campo, independentemente de marcar ou não gols. “Sei da minha importância. A gente procura ajudar com a experiência e tentando aumentar o nível dos companheiros. Cobra preenchimento de área. Jogamos com dois pontas. Quando a bola está de um lado, cobro para o outro ponta entrar na área comigo. Eu já entro na área marcado, quem vem de trás é a surpresa. Arrumando esses detalhes as coisas vão acontecendo”, explicou.

Diego Souza também exaltou o bom trabalho que vem sendo realizado pelo técnico Eduardo Barroca, lembrando que “com tudo o que aconteceu no início do ano, poderia ser um desastre”. “O Barroca conseguiu encontrar um padrão de jogo, deu confiança a quem precisava e fez um jogo bem jogado. O torcedor hoje está feliz com o que tem visto em campo. Time com personalidade com a bola, que consegue envolver os adversários, e os resultados têm aparecido”, enfatizou.

O elenco botafoguense realizou na tarde desta quarta-feira o seu segundo treino da semana visando o duelo contra o Goiás, no próximo domingo, às 16 horas, no Serra Dourada, pela quinta rodada do Brasileirão.

JEAN E ALEX SANTANA LIBERADOS – Também nesta quarta, em julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), os volantes botafoguenses Alex Santana e Jean escaparam de punições após terem sido expulsos em partida contra o Juventude, pela Copa do Brasil, e estão liberados para enfrentar o Goiás.

Ambos foram denunciados por jogada violenta e enquadrados no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), mas Alex Santana foi apenas advertido e Jean absolvido pelos auditores da Terceira Comissão Disciplinar do STJD.

Já o Juventude recebeu uma multa de R$ 10 mil por causa de injúria racial cometida por um torcedor contra o atleta Gustavo Bochecha, do Botafogo, durante confronto da Copa do Brasil. Presente no julgamento, o jogador identificou na imagem mostrada pelo relator Vanderson Maçullo e confirmou que o torcedor detido foi o que cometeu a injúria racial.

“Quando cheguei mais para trás esse torcedor ficou me chamando de macaco, macaco, macaco, várias vezes. Fui na direção dele e ele continuou me xingando e depois foi para o outro lado. Na hora falei com meu preparador físico e faltavam duas substituições para fazer. Quando a gente voltou para o banco, após as substituições, falei com o quarto árbitro e vi que ele estava perto do banco de reservas… Eu via passando na TV e nunca tinha acontecido comigo. Na hora fiquei triste e com um pouco de raiva. Depois parei para pensar que não valia a pena. Considero discriminação e reprovo o ato”, afirmou Gustavo Bochecha.

Estadao Conteudo
Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados.

Publicidade