Emancipação política

Bienal Rubem Braga: a pérola literária do Espírito Santo

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Entre suas muitas preciosidades, Cachoeiro de Itapemirim – berço da cultura Sul capixaba – sedia o maior evento literário do Espírito Santo. A Bienal Rubem Braga, que leva o nome do escritor cachoeirense que elevou a crônica à categoria de gênero literário, é, sem dúvidas, o passaporte para novos talentos da terra se dispersarem pelo mundo.

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Palco para lançamentos de livros e publicações a nível nacional, o encontro que reúne milhares de amantes da leitura de diversos lugares, nasceu em 2006, traduzindo o compromisso de efetivar a herança de Rubem em transformar a ‘Capital Secreta’ numa festa da literatura.

Discutindo políticas públicas, cultura e desenvolvimento social, o evento contribui para o cenário nacional da qualidade literária, onde o papel da escrita e da leitura é debatido, fomentando a liberdade de expressão, imaginação e o exercício da cidadania.

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A ‘Atenas Capixaba’ não é só terra de Rubem e Newton Braga. A cada ano, uma nova safra de bons escritores é criada na cidade. Entre os novos nomes, que ainda despontam no mundo da literatura, estão Nayara Tognere, Rômulo Felippe, Fernando Gomes, Milena Paixão e Paula Garruth, além de muitos outros já conhecidos no mercado.

Já passaram pela bienal músicos, escritores, jornalistas, atores e personalidades do mundo literário. Entre eles Arnaldo Antunes, Fabrício Carpinejar, Tico Santa Cruz, Xico Sá, Elisa Lucinda, Luís Ernesto Lacombi, Pedro “Um Cartão”, e muitos outros, incluindo escritores de Portugal e Angola.

O evento transfere à sociedade o grande potencial crítico que a leitura é capaz de produzir por meio de ações que debatam temas importantes do nosso cotidiano, visando sempre estabelecer conexões entre a literatura, seu papel social e a comunidade.

A próxima Bienal Rubem Braga acontece no ano que vem e, em um processo evolutivo, promete ser ainda melhor do que as edições anteriores.

 

 

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