Economia

Francischini: votação da admissibilidade da reforma na CCJ será em 17 de abril

COMPARTILHE
9

Após os “percalços” que marcaram a relação entre o governo e o Congresso nesta semana, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), anunciou que a votação da admissibilidade da reforma da Previdência no colegiado está prevista para 17 de abril. O calendário foi acertado em reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o secretário especial de Previdência de Trabalho, Rogério Marinho, e lideranças do governo no Congresso Nacional.

Ritmo lento da atividade do final de 2018 foi visto no começo de 2019, diz Viana

O diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Viana, disse que a retomada...

Negociação sobre texto da Previdência ainda não se exauriu, diz Marinho

Com menos de três horas para o início da sessão da Comissão de Constituição...

Demanda doméstica por voos cresce 4,3% no 1º trimestre, diz Anac

A demanda por voos domésticos (medida em passageiros-quilômetro pagos transportados, ou RPK) cresceu 4,3%...

Francischini combinou as datas para acomodar a nova ida de Guedes à CCJ, prevista para 3 de abril. A ideia era que o ministro comparecesse nesta terça ao colegiado, mas o compromisso foi adiado devido à indefinição sobre o nome do relator da reforma na comissão.

O presidente da CCJ, que mais cedo disse ter sido “pego de surpresa” pelo adiamento e reclamou dos desencontros do governo, tratou agora à noite de colocar panos quentes na situação e disse que Guedes explicou “ser importante” ter o relator definido quando ele for à comissão. A avaliação do ministro, segundo Francischini, é que com isso ele já poderá tirar as dúvidas daquele que vai elaborar o parecer sobre a admissibilidade da reforma.

Continua depois da publicidade

Francischini reafirmou que pretende definir ainda esta semana o nome do relator, embora tenha desconversado sobre se essa foi uma condição colocada pelo ministro para comparecer na semana que vem. “Estamos avaliando o timing e o nome do relator”, afirmou. O presidente da CCJ ainda comemorou o fato de o Ministério da Economia ter disponibilizado técnicos para explicar a proposta, inclusive do ponto de vista jurídico.

Idiana Tomazelli
Estadao Conteudo
Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados.

Publicidade