Espírito Santo

Secretário da Fazenda pede "cautela" nas finanças do Estado

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O secretário de Estado da Fazenda (Sefaz), Rogelio Pegoretti, apresentou na segunda-feira, em audiência pública na Assembleia Legislativa, as contas do Executivo do último quadrimestre de 2018 (setembro-dezembro). Ele afirmou que 2019 será um ano de cautela.

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Ao comentar o desempenho das receitas com os royalties do petróleo, Pegoretti alertou que é preciso tomar cuidado para não depender dessas rendas por causa da alta volatilidade dos preços no mercado internacional. De 2017 para 2018, houve um crescimento na arrecadação de 47,6% (de R$ 1,35 milhão em 2017 para R$ 1,99 milhão em 2018).

Para o titular da pasta, houve recuperação na economia do País e isso se refletiu no Espírito Santo. “No ano passado a gente teve um aquecimento na economia, melhora no volume de negócios, ainda aquém do que a gente deseja. Por força do aumento do barril de petróleo e da alta do dólar, aumentou bastante a arrecadação dos royalties e isso contribuiu bastante para o bom resultado no período”, explicou.

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Para o primeiro ano do novo governo a palavra central é cautela. “A perspectiva para esse ano é de muita cautela, de muito pé no chão, vamos viver momentos de incertezas, tanto no panorama nacional como no internacional. Vamos cuidar das finanças do Estado com muito zelo para construir o ano cumprindo nossas metas, cumprindo nossas obrigações sem comprometer a qualidade dos serviços púbicos”, concluiu o secretário.

Previdência

O secretário revelou que o Governo do Estado criou um grupo de trabalho, coordenado por ele para acompanhar o andamento da reforma da Previdência, proposta pelo Governo Federal e em tramitação no Congresso Nacional.

Em resposta ao deputado Fabrício Gandini (PPS), que pediu informações sobre possíveis impactos da reforma da Previdência sobre a economia capixaba, Pegoretti adiantou que disponibilizará os dados.

Já o presidente da Comissão de Finanças, deputado Euclério Sampaio (DC), quis saber sobre o desempenho do novo Fundo Previdenciário, criado em 2004. O titular da Sefaz informou que houve um crescimento com gastos previdenciários. Em 2017, foi de R$ 1,76 milhão e em 2018 de R$ 1,9 milhão, registrando crescimento de 7,7% no período.

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