Guaçuí

Mercado de estética e beleza segue em expansão prezando por qualidade e foco no cliente

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“Ano novo, vida nova!”. Como diz o ditado, muitas pessoas decidem fazer uma mudança de visual para iniciar um novo ciclo ou exaltar ainda mais sua personalidade e beleza natural. Seja no cuidado com o cabelo ou com a pele, o certo é o que o ramo da Beleza e Estática, cuja data é comemorada hoje (Dia do Esteticista) e amanhã (Dia do Cabeleireiro), está aquecido no Brasil. Se sentir bem é a regra, mas estar agradável aos olhos dos outros também vai bem para quem quer dar aquele “tapa” no visual.

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Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor da beleza está entre os 10 principais segmentos do varejo. Não são apenas os produtos cosméticos que estão sendo mais vendidos, mas os cuidados semanais no salão de beleza, eles estão dentro da agenda e orçamento da grande maioria dos brasileiros, tanto mulheres como homens.

A nível internacional os números são ainda mais expressivos. De acordo com a empresa Euromonitor Internacional, o setor de beleza no Brasil ocupa a terceira posição do ranking mundial. Mesmo em tempos de crise, as estatísticas mostram que o brasileiro não abriu mão dos cuidados estéticos.

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Evolução da beleza

Maria Virgínia de Siqueira é formada em Biologia, especialista em microbiologia e Saúde e Estética e também esteticista há mais de 30 anos. Segundo ela, a profissão, antigamente, tinha a característica de só passar cremes, fazer limpeza de pele e massagens. Virgínia reunia um grupo de mulheres nas casas, fazia demonstração e aplicação de produtos cosméticos. Com o passar do tempo o ofício foi evoluindo e agregando valor.

“A profissão evoluiu muito de lá pra cá, o profissional da estética, hoje, está na categoria de profissional da saúde, continuamos utilizando além dos cosméticos, que também evoluíram, graças a muita pesquisa e tecnologia, vários recursos manuais e equipamentos de alta tecnologia o que potencializa o nosso trabalho”, conta Maria Virgínia.

Atualmente, a função do esteticista é analisar seu cliente integralmente e de posse dessas informações elaborar um protocolo que atenda às suas necessidades de maneira individual e assertiva. O foco é trabalhar a disfunção estética apresentada, seja ela facial, corporal ou capilar, devolvendo a esse cliente bem estar e autoestima.

“Dentre os desafios da profissão destaco o avanço tecnológico. Acredito que todo profissional tem que se atualizar sempre, participando dos congressos e fazendo cursos de atualização na área. Penso que o bom profissional tem que estar em constante aprendizado, acompanhando a evolução da cosmética, eletroterapia e da medicina estética. É preciso fazer parcerias com vários profissionais da área da saúde, aprimorando os protocolos utilizados nos pré e pós-operatórios de cirurgia plástica e tratamentos dermatológicos, visando, resultados melhores e mais rápidos”, orienta a profissional.

Maria Virgínia atende, em Guaçuí, sempre visando à qualidade dos serviços. A clínica oferece o que há de mais moderno em equipamentos e tratamentos de ponta como: criolipólise, criofrequência, lipocavitação, carboxiterapia, microgulhamento, peeling, fototerapia, entre outros. A equipe é composta por profissionais qualificados e auxiliares especialmente treinadas, que compreendem as necessidades de cada um, indicando assim tratamentos personalizados e mais eficazes.

“Nestes mais de 30 anos de profissão, procuro atender os clientes de maneira intimista, com ética, disciplina, comprometimento, determinação e, acima de tudo, paixão por aquilo que faço”, finaliza Maria Virgínia.

 

Beleza natural

Também de Guaçuí, a jovem Júlia Gomes Godoy, 18 anos, trabalha em um escritório de contabilidade e cuida do visual que chama a atenção pelos cabelos loiros e cacheados. “Lavo com shampoo, passo condicionador, passo uma máscara, faço massagem e depois fico uns cinco minutos até tirar esse produto. Para finalizar, eu passo um creme e espero secar. Geralmente, faço esse processo de três em três dias”, conta a jovem que pretende fazer faculdade de Biomedicina.

Júlia conta que no início da adolescência foi vítima de preconceito por causa dos cabelos cacheados. “Antigamente, as pessoas falaram para eu alisar o cabelo, mas eu não alisei. Adoro meu cabelo assim. Quando eu era mais nova, aos 12 anos, eu sofri muito preconceito e bullying, eu só usava trançado. Depois eu comecei a me identificar com o jeito do meu cabelo e passei a não sentir mais vergonha. Sou muito feliz com meu visual”, conta Júlia que desfilou sua beleza natural na última Feira de Negócios de Guaçuí.

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