Divino de São Lourenço

Mato Seco promete acender o público em Patrimônio da Penha

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O “Penha Roots”, Festival que acontecerá no próximo mês, traz pela primeira vez ao distrito de Patrimônio da Penha, em Divino de São Lourenço, a banda Mato Seco. Um dos maiores nomes do reggae nacional prepara um show que vai “acender” o público presente.

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O grupo foi criado em 2002, do encontro de sete amigos de infância. Na época, não sabiam nada sobre a teoria da música, mas com dedicação cada integrante aprendeu um instrumento diferente e deram início ao projeto de espalhar as mensagens de “resistência”, que acabou tornando-se a marca registrada da banda.

Segundo o músico Rodrigo Piccolo, o grupo vai apresentar o show do DVD “Pronto a Botar Fogo”, que foi lançado em janeiro de 2017. O disco é o primeiro registro audiovisual de um show completo da banda. “Os ensaios só vão acontecer em fevereiro, mas já estamos escolhendo o repertório com todo carinho. A banda ainda não conhece a região do Caparaó, pois infelizmente a agenda não nos permite ter esse prazer. Vamos chegar no dia do show e temos que ir embora no dia seguinte, para cumprir outra agenda”, explica Piccolo.

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Com mais de uma dúzia de músicas na boca dos fãs, a Mato Seco se destaca pelas letras bem elaboradas ao lado das mensagens positivas com conotações políticas e sociais, objetivando disseminar a filosofia do bem e da justiça. “Mato Seco vem do ciclo da vida. Todos nós passamos por fases, e Mato Seco é a resistência que se faz presente em nosso cotidiano. Uma árvore dá seu fruto, suas folhas caem, também passa por fases que as fazem ficar Seca, Mato Seco, resistindo até que novos frutos possam chegar. Mato Seco é isso: resistência”, destaca.

Hoje, a banda esta entre as grandes potências do reggae nacional. É composta por Carlos Gonçalves, na voz e percussão; Eric de Oliveira, na guitarra, violão 12 cordas e percussão; João Paz, no piano, órgão, teclados e melódica; Junior Ciziniauskas, no baixo; Mauro Peres Jr, na voz e percussão; Rodrigo Piccolo, na voz, guitarra, bandolim, flauta transversal, percussão e gaitas; Srta Paola e Talita Cabral, nos backing vocals, e Tiago Rezende, na bateria e percussão.

Piccolo disse que o reggae é um cenário underground que funciona sozinho, tem seus próprios festivais e um público já fidelizado, mas que o grupo tem notado que a cada ano esse perfil tem mudado, com a presença do reggae em festivais que englobam outros ritmos. E que a banda se sente muito honrada e tem certeza que o “Penha Roots” entra para o calendário de eventos do País.

“Queremos dizer que estamos nos sentindo muito honrados com a oportunidade de estrear esse festival que tem tudo para permanecer no calendário de eventos do País. O reggae tem tido uma aceitação em eventos que antes não tinha espaço. Ano passado, por exemplo, tivemos a incrível oportunidade de cantar num evento com Pablo Vittar no mesmo line up. Foi demais. E esperamos que essa mescla aconteça cada vez mais. Pra gente é muito importante”, finaliza Piccolo.

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