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'Foi gravado em julho', diz Fernanda Lima sobre 'Amor e Sexo' que gerou polêmica

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A apresentadora Fernanda Lima usou seu perfil no Instagram para comentar a repercussão de seu discurso no programa Amor e Sexo que foi ao ar na terça-feira, 6, e a levou a bloquear os comentários de suas redes sociais, por conta de ataques recebidos.

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“Estou recebendo muito amor e com isso renovando minhas energias para seguir a caminhada. É muito importante receber o reconhecimento do papel do Amor e Sexo em defesa da igualdade e da diversidade”, afirmou.

Em seguida, fez questão de ressaltar que o programa foi feito meses antes das eleições: “É um trabalho que leva meses para ser desenvolvido, com cada tema pesquisado, escrito e gravado com meses de antecedência. O programa ‘mulher’, que foi ao ar nesta semana, foi gravado em julho.”

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Por fim, Fernanda ainda afirmou que sua motivação “é provocar reflexões sobre o papel da mulher na sociedade e como podemos desconstruir as estruturas machistas, homofóbicas e racistas que aprisionam mulheres e homens”. “O amor cura”, finalizou.

O programa

Na terça-feira, 6, a apresentadora abriu o programa com um discurso incisivo sobre o conservadorismo e prometendo que ‘a revolução está apenas começando’. “Chamam de louca a mulher que desafia as regras e não se conforma. Chamam de louca a mulher cheia de erotismo, de vida e de tesão. Chama de louca a mulher que resiste e não desiste. Chamam de louca a mulher que diz sim e diz não. Não importa o que façamos, nos chamam de louca”, disse.

Fernanda Lima foi além e afirmou que nada disso importa: “Se levamos fama, vamos sim deitar na cama. Vamos sabotar as engrenagens desse sistema de opressão. Vamos sabotar as engrenagens desse sistema homofóbico, racista, patriarcal, machista e misógino. Vamos jogar na fogueira as camisas de forças da submissão, da tirania e da repressão. Vamos libertar todas nós e todos vocês. Nossa luta está apenas começando”, concluiu.

No início de outubro, Fernanda Lima deu uma entrevista ao E+ e falou sobre a nova temporada do programa. “Quando a gente traz algo que toca a todos, a gente não precisa separar homens de mulheres, gays de héteros, pretos de brancos. Estamos falando com todo mundo e queremos as mesmas coisas: direitos, mais honestidade e respeito”, declarou na ocasião.

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