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Selita lamenta evenenamento de criança ocasionado pelo pai em Castelo

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A Cooperativa de Laticínios Selita se manifestou por meio de nota sobre o caso do pai que envenenou uma vitamina de frutas da empresa e deu para seu filho tomar. O ato causou a internação da criança que ficou em estado grave e chegou a ser transferida para hospitais da Grande Vitória. O caso aconteceu no dia 24 de setembro. A criança segue internada no Hospital Infantil de Cachoeiro, mas passa bem.

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“A Selita lamenta e se solidariza com o menor, vitimado pela conduta do pai, e destaca que sente profundamente que a criança tenha passado por essa terrível experiência, bem como lamenta profundamente ter sua marca – que é sinônimo de qualidade e confiança – envolvida neste caso”, diz o texto.

Ananias Amancio, 35 anos, foi preso nesta quarta-feira (10), pela Polícia Civil, em Castelo, suspeito de envenenar o próprio filho na esperança de que o relacionamento amoroso com sua esposa fosse reatado. Para tirar as atenções dele, o pai do garoto sustentava a suspeita de que a vitamina Selitinho, da Cooperativa Selita, estava contaminada com substância corrosiva.

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Ananias sempre sustentou que o produto consumido por seu filho estava contaminado. Ele chegou a reclamar de falta de assistência por parte da cooperativa e ameaçou processar a empresa que fez análise no lote e não encontrou qualquer tipo de anormalidade. O produto também foi encaminhado para análise da Polícia Civil e amostras do lote para o laboratório de referência estadual para análises das áreas de vigilância epidemiológica, sanitária e ambiental (Lacen).

De acordo com o delegado Marcelo Meurer, após um intenso serviço de investigação, a Polícia Civil de Castelo conseguiu elucidar o caso. “Inicialmente, o pai da criança negou ter qualquer participação no envenenamento. Entretanto, como a investigação apontava para o envenenamento, a Polícia Civil representou pela expedição de prisão temporária, tendo a medida sido deferida pelo juízo de Castelo, após parecer favorável do ministério público”, contou o delegado.

Ananias só não foi preso antes porque a legislação eleitoral impede prisões que não sejam em flagrante cinco dias antes das eleições e 48 horas depois. Ele tentou fugir durante o cumprimento do mandado, mas foi alcançado pelos policiais e encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Cachoeiro (CDP).

A atuação da PC foi elogiada pela Selita. “Na oportunidade, agradece ao brilhante trabalho investigativo realizado pela Polícia Civil”.

Veja a nota na íntegra:

“A Cooperativa de Laticínios Selita completa, em 2018, 80 (oitenta) anos de história. Durante esse período, sofreu e venceu inúmeros obstáculos, mas sempre manteve vivo seu maior compromisso:

“Fornecer produtos de qualidade, confiáveis e com sabor inigualável”.

Posto isto, a Selita lamenta e se solidariza com o menor, vitimado pela conduta do pai, e destaca que sente profundamente que a criança tenha passado por essa terrível experiência, bem como lamenta profundamente ter sua marca – que é sinônimo de qualidade e confiança – envolvida neste caso. Na oportunidade, agradece ao brilhante trabalho investigativo realizado pela Polícia Civil.

Reitera por fim, que trabalha incessantemente, dentro dos mais rígidos padrões de qualidade, para dispor a seus consumidores produtos de extrema qualidade, confiáveis e de sabores inigualáveis há 80 (oitenta) anos”.

COOPERATIVA DE LATICÍNIOS SELITA

 

 

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