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Dez personalidades que Cachoeiro exportou para o Brasil e mundo afora

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Cachoeiro de Itapemirim é reconhecida como ‘Capital Secreta do Mundo’ pela grande quantidade de filhos ilustres que tiveram seus trabalhos reconhecidos no Brasil e internacionalmente.

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A cidade chegou a ser chamada de Atenas Capixaba porque nas décadas de 1920 e 1930 foi um forte expoente de cultura, produziu talentos de várias áreas como música, teatro, literatura, cinema, esporte, entre outras. Conheça dez dos muitos talentos da cidade que ganharam o mundo

Roberto Carlos
Nome completo: Roberto Carlos Braga
Nascimento: 19 de abril de 1941

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Roberto Carlos é um cantor, empresário e compositor brasileiro conhecido como o ‘Rei’ da música popular brasileira. Além da carreira musical que ganhou repercussão internacional, estrelou filmes: “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura”, “Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa” e “Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora”.

Aos seis anos de idade, no dia da Festa de São Pedro, padroeiro da cidade, Roberto brincando sobre a linha férrea sofreu fratura em sua perna direita, socorrido e levado ao Rio de Janeiro, onde teve que amputar a perna até pouco abaixo do joelho. Ainda criança aprendeu a tocar violão e piano, a princípio com sua mãe e, posteriormente, no Conservatório Musical de Cachoeiro de Itapemirim. Apesar de seu sonho de infância de ser arquiteto, dedicou-se à música. Incentivado pela mãe, cantou pela primeira vez em um programa infantil na Rádio Cachoeiro, aos nove anos. Tornou-se então presença assídua do programa, todos os domingos acreditando no seu sonhos de cantar.

No Rio de Janeiro formou com Arlênio, Trindade e Wellington o primeiro conjunto musical, The Sputniks. Roberto Carlos afirma ter aprendido a batida do rock no violão ao ver Tim executar Long Tall Sally, de Little Richard. Roberto insistiu em investir na música jovem da época, o rock, e em 1963 lançou “Splish Splash”. Com o amigo Erasmo, Roberto compunha versões de hits do álbum e canções próprias que se tornaram grandes sucessos. No ano seguinte, o cantor novamente esteve nas paradas de sucesso com o LP É Proibido Fumar, em que, além da faixa-título, destacou-se a canção “O Calhambeque”. Assim nascia a Jovem Guarda.

A partir da década de 1970, marcaria o fim da Jovem Guarda e consolidaria o prestígio de Roberto Carlos como intérprete romântico no Brasil e no exterior (Estados Unidos, Europa e América Latina). O cantor seria o artista brasileiro que mais venderia discos no país. Várias das suas canções foram gravadas por artistas como Julio Iglesias, Caravelli e Ray Conniff.

Na sua última apresentação na ‘Capital Secreta’ o cantor reuniu um público de 12 mil pessoas no estádio do Sumaré, no dia 19 de abril 2016. O show foi em comemoração  aos seus 75 anos.

Rubem Braga
Nome completo: Rubem Braga
Nascimento: 12 de janeiro de 1913
Falecimento: 19 de dezembro de 1994 (77 anos)

Rubem Braga foi um escritor lembrado como um dos melhores cronistas brasileiros da história. Iniciou-se no jornalismo profissional ainda estudante, aos 15 anos, no Correio do Sul, de Cachoeiro, fazendo reportagens e assinando crônicas diárias no jornal Diário da Tarde.

Formou-se pela Faculdade de Direito de Belo Horizonte em 1932, mas não exerceu a profissão. Neste mesmo ano, cobriu a Revolução Constitucionalista deflagrada em São Paulo, na qual chegou a ser preso. Transferindo-se para o Recife, dirigiu a página de crônicas policiais no Diário de Pernambuco. Nesta cidade, fundou o periódico Folha do Povo. Em 1936 lançou seu primeiro livro de crônicas: O Conde e o Passarinho, e fundou em São Paulo a revista Problemas, além de outras. Durante a Segunda Guerra Mundial, atuou como correspondente de guerra junto à Força Expedicionária Brasileira.

Rubem Braga fez diversas viagens ao exterior, onde desempenhou função diplomática em Rabat, Marrocos, atuando também como correspondente de jornais brasileiros. Após seu regresso, exerceu o jornalismo em várias cidades do país, fixando domicílio no Rio de Janeiro, onde escreveu crônicas e críticas literárias para o Jornal Hoje, da Rede Globo. Sua vida como jornalista registra a colaboração em inúmeros periódicos, além da participação em várias antologias, entre elas a Antologia dos Poetas Contemporâneos.

No dia 19 de dezembro de 1990, Braga morreu de insuficiência respiratória, no hospital Samaritano, em Botafogo. Ele sofria de câncer na laringe.

Sérgio Sampaio
Nome completo: Sérgio Moraes Sampaio
Nascimento: 13 de abril de 1947
Falecimento: 15 de julho de 1994 (47 anos)

Sérgio Sampaio foi um cantor e compositor brasileiro. Suas composições variam por estilos musicais, indo do samba e choro, ao rock’n roll, blues e balada. Com leituras poéticas de suas canções se vê elementos de Kafka e Augusto dos Anjos, que lia e apreciava. Sérgio foi declarado um nome marginalizado que equipara a Tim Maia e Raul Seixas, como um dos “malditos” da música popular brasileira.

Aficcionado pelos programas de rádio, onde acompanhava os cantores da época como Orlando Silva, Sílvio Caldas ou Nelson Gonçalves, que o inspiravam, veio a tornar-se imitador de radialistas como Luiz Jatobá e Saint-Clair Lopes, conseguindo trabalho numa emissora da cidade natal, a XYL-9.

Já morando no Rio de Janeiro conhece o baiano Raul Seixas, então produtor musical da gravadora CBS (atual Sony Music), dando início a uma longa amizade e parceria. Dá início com Raul Seixas à produção de um projeto de ópera-rock, que tem as letras mutiladas pela censura do Regime Militar. Apesar disto as canções integram o primeiro disco de Raul Seixas: Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10, em que participam Míriam Batucada e Edy Star.

Começa a gravar, em 1972, ano em que sua canção “Eu quero é botar meu bloco na rua” participa do IV Festival Internacional da Canção e integra um compacto do Festival, que graças a ela vende 500 mil cópias, tornando-se sucesso no carnaval de 1973, e rendendo a Sergio o Troféu Imprensa como revelação de ’72, na Rede Globo, emissora em que trabalhava o apresentador Silvio Santos.

Completamente afastado da mídia, após a separação volta para a casa paterna e em seguida para o Rio. A carreira só experimenta um recomeço quando se muda, no começo da década de 1990 para a Bahia, quando velhos sucessos são novamente lançados por Elba Ramalho, Luiz Melodia, Roupa Nova e outros. Em 1994 acerta com a gravadora Baratos Afins o lançamento de um disco com músicas inéditas, mas por consequência da vida, falece de pancreatite antes de concretizar o projeto.

Luz Del Fuego
Nome completo: Dora Vivacqua
Nascimento: 21 de fevereiro de 1917
Falecimento: 19 de julho de 1967 (50 anos)

Dora Vivacqua, mais conhecida pelo nome artístico Luz del Fuego, foi uma dançarina, naturista, atriz, escritora e feminista brasileira. Destacou-se como pioneira na implementação do naturismo no Brasil entre os anos 1940 e 1950, tendo sido a fundadora do primeiro reduto naturista da América Latina e a primeira nudista brasileira. É também reconhecida por sua contribuição na luta pela emancipação das mulheres.

Dora pertencia a uma família de intelectuais e políticos, que realizava em sua residência reuniões literárias com a presença de relevantes personalidades do modernismo brasileiro, em Belo Horizonte, onde se estabeleceu em 1920. Bacharelada em Ciências e Letras, optou por seguir a carreira artística em meados de 1942. Amestrou serpentes e, dois anos mais tarde, estreou nos teatros de revista do Rio de Janeiro sob o pseudônimo Luz del Fuego, com espetáculos de dança em que aparecia com um casal de ofídios enrolado em seu corpo quase sempre nu. As apresentações da moça logo provocaram furor por todo o país e transformaram-na em uma das principais atrações do teatro nacional.

Por suas apresentações enfrentou forte repressão das autoridades em algumas cidades, sendo, em várias delas, expulsa ou impedida de entrar. No final dos anos 1940, começou a expor os seus ideais existencialistas, naturistas, em defesa dos direitos da mulher e da liberdade de expressão, e em combate aos preconceitos sociais. Por meio de uma autorização que recebeu da Marinha do Brasil, foi viver em uma ilha por ela rebatizada de Ilha do Sol, onde fundou o Clube Naturalista Brasileiro.

Apesar da popularidade de seus espetáculos, a artista sofreu dificuldades financeiras em seus últimos anos de vida. Luz del Fuego foi assassinada, juntamente com o seu caseiro, por dois pescadores na Ilha do Sol, em 19 de julho de 1967. Seus corpos foram lançados ao mar, mas recuperados em 2 de agosto.

Newton Braga
Nome completo: Newton Braga
Nascimento: 11 de agosto de 1911
Falecimento: 1° de junho de 1962 (51 anos)

Nascido em Cachoeiro de Itapemirim, Newton Braga foi um jornalista, advogado e poeta brasileiro. Fez seus primeiros estudos na cidade natal e completou-os no colégio Pio Americano, na cidade do Rio de Janeiro.

Em 1929 transfere-se para Belo Horizonte para tratamento de saúde e lá inicia o curso de Direito, formando-se no final do ano de 1931, tendo como colega de curso, Ciro dos Anjos e Tancredo Neves. Paralelamente aos estudos começa a trabalhar nos jornais mineiros dos Diários Associados e escreve seus primeiros poemas com fortes tendências ao modernismo. Assim como o irmão Rubem Braga, Newton faz pequenas contribuições ao jornal da família, fundado em 1928, o Correio do Sul.

Em 1932, já formado como bacharel em Direito, retorna para Cachoeiro para cuidar do cartório da família e também advogar. Como advogado exerce a profissão por pouquíssimo tempo, pois neste mesmo ano assumiu como redator chefe do Correio do Sul. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do ”Dia da Cachoeiro” em 1939.

Newton Braga faleceu na madrugada do dia 1° de junho de 1962, aos 51 anos na cidade do Rio de Janeiro. Ao poeta, jornalista e eterno cachoeirense, são inúmeras as homenagens póstumas, e entre elas encontramos o Instituto Newton Braga que cuida da sua obra, assim como no acervo da Casa dos Braga.

Carlos Imperial
Nome completo: Carlos Eduardo da Corte Imperial
Nascimento: 24 de novembro de 1935
Falecimento: 4 de novembro de 1992 (56 anos)

Carlos Imperial foi um produtor artístico e personalidade do show business brasileiro nascido em Cachoeiro de Itapemirim. Envolvido no lançamento das carreiras de Roberto Carlos, Paulo Sérgio, Elis Regina, Tim Maia, Wilson Simonal, Clara Nunes e inúmeros outros artistas, as atividades de Imperial incluem a produção de filmes e peças de teatro, participação em programas de televisão e autoria de músicas de sucesso como “A Praça” e “Vem quente que eu estou fervendo”.

Nas notas de sua biografia póstuma afirma que “a cena cultural brasileira dos anos 1960 a 1990 seria muito diferente se não fosse Carlos Imperial”, acrescentando que “ele foi presença constante na música, no cinema, no teatro, na TV, nos jornais e revistas, e até na política”. Dono de personalidade polêmica, Carlos Imperial se autodeclarava “rei da pilantragem” e tornou-se célebre por seu estilo de vida irreverente e libertino marcado por incontáveis casos amorosos.

Imperial foi vítima de miastenia grave, doença desencadeada por uma dose de diazepam no pós-operatório de uma lipoaspiração. Após operação para a retirada do timo, não resistiu e faleceu, aos 56 anos.

Raul Sampaio
Nome completo: Raul Sampaio Cocco
Nascimento: 6 de julho de 1928

Raul Sampaio é um cantor e compositor nascido em Cachoeiro de Itapemirim. Tem em seu currículo diversas composições regravadas por grandes nomes da música popular brasileira, entre ela a canção “Meu pequeno Cachoeiro”, que se tornou hino da cidade.

Sua vida artística começou na ZYL-9, Rádio Cachoeiro, como solista do conjunto Dois Valetes e uma Dama. Em 1949 mudou-se para o Rio de Janeiro, dedicando-se ao comércio até 1952, quando passou a integrar o conjunto Trio de Ouro. Sua primeira música de sucesso foi “Guarda- Chuva de Pobre”. Autor de mais de 200 composições musicais, teve como parceiros Herivelto Martins, Benil Santos, e outros. Raul Sampaio atuou na Rádio Nacional e, pela sua projeção no Rio de Janeiro, principalmente com as músicas “Rio Quatrocentão” e “Rio Eterna Capital”, recebeu o título de Cidadão do Estado da Guanabara. Recebeu o título de Cachoeirense Ausente em 1969.

O relevante serviço prestado a Cachoeiro, por Raul Sampaio, foi torná-la mais conhecida no Brasil e no Mundo com a “Meu Pequeno Cachoeiro”. A canção, depois interpretada por Roberto Carlos, em gravação do ano de 1969, é um dos grandes sucessos nacionais de todos os tempos. “Meu Pequeno Cachoeiro” é o “Hino Oficial de Cachoeiro de Itapemirim”.

Hoje, vive em Marataízes e é presença sempre constante na “Catedral do Samba”, acompanhado por muitos outros apaixonados pela música.

Jair Bala
Nome completo: Jair Félix da Silva
Nascimento: 10 de maio de 1943

Jair Bala foi um jogador de futebol cachoeirense que atuou no meio-campo e como atacante. Começou sua carreira ainda menino no Estrela do Norte e foi levado para o Clube de Regatas Flamengo pelas mãos do treinador Manuel Fleitas Solich após um amistoso da equipe do interior capixaba com o rubro-negro carioca, ainda no início dos anos 1960. Lá atuou como juvenil mas convivia com craques como Dida e Gérson. O 10 da Gávea, que mais tarde passaria a camisa para Zico.

O apelido de “Bala” vem dessa época. Segundo o próprio Jair, certa vez ele foi ao escritório das categorias de base atrás de um “bicho”, gíria no futebol para dinheiro. Chegando lá, encontrou o funcionário Willian, a quem fez o pedido. Por brincadeira, fingindo tentar fazer o menino mudar de ideia, Willian empunhou uma arma de fogo que estava na gaveta da mesa da sala, de propriedade do dirigente Jaime de Almeida. Não imaginava que estivesse carregada e chegou a apontá-la para Jair. Ao abaixar o armamento, houve um disparo acidental. A bala ricocheteou no chão e foi entrar na coxa esquerda do jovem ponta de lança, parando na virilha. Felizmente, não atingiu nenhuma parte vital. Os médicos acharam por bem não retirar o projetil, que Jair carrega até hoje dentro do corpo, em local ignorado. Foi então que virou o Jair “da Bala” e, posteriormente, Jair Bala.

O jogador teve passagens ainda pelo Botafogo, América/MG, Palmeiras, Santos, Paysandu, entre outros. É fundador e atua até hoje na Associação dos Ex-jogadores do América/MG, a primeira do país a representar atletas que pararam de jogar. Trabalha como funcionário público na Prefeitura de BH e faz participações eventuais no programa Alterosa Esporte, da TV Alterosa, emissora afiliada do SBT em Minas Gerais. É um dos representantes do América (cobrindo a ausência do titular Otávio Di Toledo) na Bancada Democrática do programa.

Jece Valadão
Nome completo: Jece Valadão
Nascimento: 24 de julho de 1930
Falecimento: 27 de novembro de 2006 (76 anos)

Nascido em Murundu, distrito do município de Campos dos Goytacazes/RJ, mas criado em Cachoeiro de Itapemirim, devido à transferência de seu pai, ferroviário, para a cidade, Jece Valadão foi um ator e diretor brasileiro.

Valadão construiu como ator uma imagem de homem rude e machão. Associou-se voluntariamente à palavra “cafajeste” no plano pessoal. Trabalhou em mais de cem filmes, como ator, diretor e produtor. Foi casado com a atriz Vera Gimenez, padrasto da apresentadora Luciana Gimenez e era pai do ator Marco Antônio Gimenez. Casou-se seis vezes e teve nove filhos. Em 1995, converteu-se ao protestantismo, chegando a se tornar pastor da sua igreja, a Assembleia de Deus.

Em 21 de novembro de 2006, Jece Valadão sentiu-se mal e foi internado na UTI do Hospital Panamericano, com insuficiência respiratória. E, às 17h20 do dia 27 de novembro veio a falecer. Foi enterrado no Jardim da Saudade Cemitério Parque, em Cachoeiro de Itapemirim.

Darlene Glória
Nome completo: Helena Maria Glória Vianna
Nascimento: 20 de março de 1940

Foto: Gabriela Di Bella/JC

Apesar de ser nascida em São José do Calçado, a atriz Darlene Glória começou sua carreira como cantora em uma rádio de Cachoeiro no final da década de 1950. Em 1958 foi Miss Cachoeiro e tempos depois foi para o Rio de Janeiro tentar a carreira artística.

Começou a se apresentar em programas de calouros, se tornou radioatriz e foi vedete do teatro de revista até estrear no cinema em 1964 em “Um Ramo Para Luíza”. A consagração, contudo, veio em 1973, no filme “Toda Nudez Será Castigada”, em que viveu a prostituta Geni, ao lado de Paulo Porto. O filme ganhou dois Kikitos no Festival de Gramado, inclusive o de melhor atriz. Ela também conquistou o Coruja de Ouro por esse mesmo papel. a televisão ela estreou em 1969 em “Véu de Noiva”, novela de Janete Clair para a TV Globo.

No final dos anos 70 a atriz passou por um período de depressão e tentou o suicídio. Abandonou a carreira artística, tornou-se evangélica e assumiu o nome de pastora Helena Brandão. Voltou à carreira em 1987 na novela “Carmem”, da TV Manchete, e depois se mudou para Nova York, onde passou a produzir filmes e vídeos evangélicos.

De volta ao Brasil, fez pequenas aparições na TV em programas como “Você Decide” e “A Diarista”. Em 2006 retornou a telona como Vera no filme “Anjos do Sol”, de Rudi Lagemann. E em 2008 participou do filme de estreia de Selton Mello como diretor, “Feliz Natal”.

 

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