Mundo Insano

Chifre cresce no pênis de indiano; imagem impressiona

COMPARTILHE
4306

Um homem indiano de 60 anos foi diagnosticado com um caso grave de líquen escleroso e atrófico que culminou com o crescimento de uma espécie de “chifre” na glande de seu pênis. Assim que foi descoberto, os médicos realizaram um procedimento para retirar a estrutura, mas o “chifre” voltou a crescer, chegando a 2,5 centímetros.

Ladrões roubam fezes e urina de mulher no ES

Uma mulher foi abordada por criminosos na manhã de quarta-feira (12) quando estavam em...

"Doutor Pênis" aplica injeções que fazem órgão genital aumentar 5 cm

Se para muitas mulheres a obsessão é ter o bumbum turbinado, para muitos homens...

Pai exuma 'cadáver de bebê' e descobre boneca dentro de caixão

Melvin Mendoza ficou arrasado ao saber que uma das gêmeas que a esposa dera à...

Segundo relatório apresentado pelo grupo de médicos da Universidade Médica King George’s, na Índia, o chifre cutâneo é feito de queratina, com células epidérmicas aglutinadas formando pequenas colunas ou hastes. Não se sabe, no entanto, exatamente o que o provoca seu crescimento.

O líquen escleroso e atrófico é uma doença de pele que geralmente atinge os órgãos genitais, provocando manchas brancas sobre a pele, inchaço e pode bloquear o canal da uretra. No caso do homem indiano, a gravidade fez necessária uma cirurgia chamada uretroplastia para reverter o estreitamento do canal da uretra.

Continua depois da publicidade

Cerca de três meses após a cirurgia o “chifre” nasceu no pênis do homem. Entre os fatores que podem explicá-lo, estão o próprio trauma cirúrgico, uma fimose de longa duração, radioterapia ou até um tumor maligno. “O chifre do pênis pode ser benigno em 42% a 56% dos casos, pré-maligno em 22% a 37% ou francamente maligno em 20% a 22%”, escreveram os pesquisadores.

A imagem é forte e não recomendada para leitores com maior sensibilidade visual. 

Imagem parcialmente borrada do chifre peniano (Foto: BMJ)

Uma incisão profunda retirou o “chifre”, que passou por uma biópsia para certificar que se trata de uma patologia benigna. O homem está bem, sem alterações persistentes na glande e com o líquen escleroso atrófico controlado. Caso contrário, a saída seria a penectomia, termo médico para a remoção do pênis. Uma história com final feliz.

Fonte: Site Revista Galileu

Publicidade