Polícia

PM do RJ e ES fazem operação em Presidente Kennedy

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As polícias Militar do Espírito Santo e Rio de Janeiro, com apoio da Guarda Civil Municipal (GCM), realizaram nesta sexta-feira (14), a operação “Força Total Divisa”, no município de Presidente Kennedy, que faz divisa com o estado carioca.

Durante a operação foram montados três pontos de bloqueio, um deles na Rodovia do Sol, na altura de Praia das Neves, no posto fiscal “Hugo Talon” que está desativado.

De acordo com o comandante do Policiamento Ostensivo do Sul do ES (CPO Sul), coronel Alessandro Marin, o objetivo da operação, que contou com a participação de 60 homens, é evitar que entrem em solo capixaba criminosos com armas e drogas. Os principais alvos das abordagens foram os veículos.

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“Hoje estamos visando o restabelecimento de pontos de bloqueio. Nós já realizamos uma operação no dia anterior na região do ABC (Apiacá, Bom Jesus do Norte e São José do Calçado) e Mimoso do Sul, municípios que fazem divisa com o Rio de Janeiro. Nossa finalidade principal aqui é a interação entre as duas polícias, e é um exercício para que possamos estar realizando outras ações conjuntas de um lado ou do outro do Estado restabelecendo a sensação de segurança para os moradores da região”, disse Marin.

O coronel Wolmer, comandante do 32º Batalhão da PM de Macaé, destacou a importância da parceria com a Polícia Militar capixaba e falou sobre ações para o combate de crimes na divisa.

“Trabalhamos com duas frentes para combater os crimes em nossa divisa: utilizando o serviço de inteligência por meio de contato com outros estados, como o Espírito Santo, e na parte operacional somando esforços com nosso efetivo, e agora em parceria com a PMES. Essa é a primeira de muitas parcerias”, afirmou ressaltando que existe uma conversa com a PM capixaba para que o posto fiscal da Praia das Neves volte a operar.

Quem passou pelos pontos de bloqueio e foi abordado pelas equipes policiais aprovou a operação policial. “Acho muito importante esse tipo de operação, principalmente para mim que sou comerciante. Ela é necessária e deve ter continuidade para inibir a criminalidade e oferecer mais segurança para a gente”, aprovou o comerciante Amarildo Azevedo Ribeiro, 45 anos.

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