SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Dois prisioneiros italianos que faziam parte de um grupo convidado para almoçar com o papa Francisco em Bolonha (norte da Itália) aproveitaram o encontro para fugir, informou nesta quarta-feira (11) a imprensa italiana.

Os dois prisioneiros napolitanos foram convidados juntamente com o resto do grupo de cerca de 20 pobres, refugiados e detentos para o almoço no domingo, 1º de outubro, na Basílica de São Petrônio, por ocasião da visita do papa a Bolonha. Apenas nesta quarta o caso foi revelado.

Os dois estavam em regime aberto e passavam por um programa de reintegração social no centro especial Castelfranco Emilia, perto de Modena, mas eram considerados socialmente perigosos e dependentes químicos, disse a agência de notícias AGI.

As versões divergem na imprensa sobre se os homens chegaram a almoçar ou não com o papa argentino antes da fuga. O fato é que não retornaram ao centro de detenção.

Segundo a imprensa local, eles estão sendo procurados pela polícia.

O papa Francisco elegeu a misericórdia como um dos temas de seu papado e dá especial atenção à situação dos prisioneiros, estando acostumado a se encontrar com grupos de detentos durante suas viagens dentro e fora da Itália.

Na Semana Santa deste ano, ele lavou os pés de detentos no tradicional rito do lava-pés.
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