Cachoeiro de Itapemirim vai promover uma programação alusiva ao Dia Internacional dos Direitos Humanos, comemorado no próximo domingo. Estão previstas apresentações culturais, roda de conversa sobre questões relacionadas ao tema e homenagens a cachoeirenses que têm se destacado na luta pela causa. As atividades serão coordenadas pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes) e pelo Centro de Defesa de Direitos Humanos Pedro Reis.

Nesta quinta-feira (7), às 15h30, a praça Jerônimo Monteiro será palco para os corais da Apae e do bairro Jardim Itapemirim. Em seguida, crianças e adolescentes atendidos pelo projeto Villagindo mostrarão ao público o que aprenderam em atividades de formação. Já o grupo de caxambu Alegria de Viver, da comunidade de Vargem Alegre, apresentará um pouco dessa manifestação da cultura popular local que mistura música e dança de origem africana.

Na sexta-feira (8), tem roda de conversa no auditório da Semdes, na Ilha da Luz. A partir das 9h45, temas significativos para a luta pelos direitos humanos em Cachoeiro, como “Política de Gêneros”, “Igualdade Racial”, “Criança e juventude” e “Pessoas com Necessidades Especiais” serão debatidos com a participação de mediadores que representam cada um desses segmentos. 

A programação se encerra na segunda-feira (11), com a entrega da Comenda Pedro Reis para pessoas que se destacaram na luta pelos Direitos Humanos dentro do nosso município. A homenagem será oferecida pelo Centro de Defesa de Direitos Humanos (CDDH) de Cachoeiro de Itapemirim, em solenidade no Plenário da Câmara.

A agenda, além de marcar a importância da data, também cumpre o papel de desmistificar o conceito de que direitos humanos é uma pauta segmentada e voltada a categorias específicas, como as das pessoas privadas de liberdade, por exemplo. Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Márcia Bezerra, é preciso mostrar que se trata de algo muito mais amplo e que tem como objetivo garantir o bem-estar social.

Ela lembra que a Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, tem uma visão muito abrangente. “Seu objetivo inclui lutar pela preservação da dignidade das pessoas, independente de raça, sexo, nacionalidade e religião, zelando pela não-violência e pelas plenas condições de vida de todos, indistintamente”, frisou.

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