Marcando os inícios dos trabalhos da pré-Bienal Rubem Braga e em comemoração ao Dia da Árvore, Cachoeiro de Itapemirim vivenciou uma tarde inesquecível nesta quinta-feira (21), na Praça Portinari, mais conhecida como Pracinha dos Macacos, de muita literatura e entretenimento. Aconteceu o Sarau literário “Natureza e Meio Ambiente” e o lançamento do projeto “Pé de Livros”.

O Projeto Pé de Livros foi desenvolvido com inspiração em uma idéia da Festa Literária Internacional de Paraty – Flip – e adaptada para a ‘Capital Secreta’. Como diria o escritor Carlos Drummond de Andrade: “A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede”.

Incentivar o hábito da leitura deve ser constante e a buscar de um ambiente tranquilo e gostoso deixa a leitura muito mais prazerosa. É isso que busca a prefeitura Municipal de Cachoeiro com o Pé de Livros. Segundo o subsecretário de Cultura Lucimar Costa entre setembro de 2017 a maio de 2018, 35 bairros, distritos e comunidades, receberão uma vez por semana o projeto, que terá o encerramento na Praça de Fátima, durante a 7ª Bienal Rubem Braga.

“Serão disponibilizados uma média de 150 livros, uns pendurados e outros dentro de caixas. As características para a escolha das pracinhas em cada bairro é feita a partir de uma árvore de destaque – que é o símbolo do projeto – e que fique próximo a alguma escola, para atrair um número maior de estudantes para o projeto”, explica Lucimar Costa.

Um tapete estendido no chão em volta da copa da árvore, rodeado de almofadas trouxe o conforto para estimular a leitura das obras disponibilizadas. Som ambiente e a cada edição um contador de histórias diferente também farão parte da proposta. Variando por período matutino em uma semana e período vespertino na outra o projeto Pé de Livros conta com a parceria da Secretaria do Meio Ambiente. Os próximos que receberão o projeto são os distritos de Burarama e Gironda e os bairros Monte Belo e Village da Luz.

“Esta ação é de extrema importância para levar a cultura a bairros mais afastados, onde comumente não recebem estes tipos de eventos. O mais legal é que é uma atividade de literatura, que é pouco comum, visto normalmente que as atividades são voltadas para música ou teatro. Além de fortalecer a marca queremos atrair um público livre para a Bienal Rubem Braga”, finaliza Lucimar Costa.

 

 

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